Professores

Conheça nosso corpo docente.

Mulheres dançando com fundo escuro em uma fotografia de longa exposição e movimentos borrados
Jair Vieira

Jair iniciou sua trajetória nas artes marciais em 2014, na cidade de Piedade, como aluno, e ao longo dos anos desenvolveu uma forte paixão pelo Jiu-Jitsu, o que o motivou a compartilhar seus conhecimentos para que outras pessoas também pudessem aprender e evoluir no esporte. Sempre comprometido com o aprendizado contínuo, atua como instrutor oferecendo aulas práticas e dinâmicas de Jiu-Jitsu, atendendo tanto iniciantes quanto alunos avançados. Seu trabalho é focado no ensino de técnicas de defesa pessoal, controle corporal, quedas e imobilizações, sempre prezando pela segurança, disciplina e evolução individual de cada aluno.

Além do desenvolvimento físico e técnico, acreditamos no papel das artes marciais como ferramenta de transformação social e coletiva, capazes de promover autoestima, autocontrole, inclusão e cidadania. Incentivamos valores como respeito mútuo, empatia e convivência saudável, reforçando a importância do reconhecimento e da valorização de todas as pessoas, independentemente de suas diferenças. O tatame é também um espaço de formação e transformação humana, onde se constroem indivíduos mais conscientes e respeitosos.

Jair Vieira

Jair iniciou sua trajetória nas artes marciais em 2014, na cidade de Piedade, como aluno, e ao longo dos anos desenvolveu uma forte paixão pelo Jiu-Jitsu, o que o motivou a compartilhar seus conhecimentos para que outras pessoas também pudessem aprender e evoluir no esporte. Sempre comprometido com o aprendizado contínuo, atua como instrutor oferecendo aulas práticas e dinâmicas de Jiu-Jitsu, atendendo tanto iniciantes quanto alunos avançados. Seu trabalho é focado no ensino de técnicas de defesa pessoal, controle corporal, quedas e imobilizações, sempre prezando pela segurança, disciplina e evolução individual de cada aluno.

Além do desenvolvimento físico e técnico, acreditamos no papel das artes marciais como ferramenta de transformação social e coletiva, capazes de promover autoestima, autocontrole, inclusão e cidadania. Incentivamos valores como respeito mútuo, empatia e convivência saudável, reforçando a importância do reconhecimento e da valorização de todas as pessoas, independentemente de suas diferenças. O tatame é também um espaço de formação e transformação humana, onde se constroem indivíduos mais conscientes e respeitosos.

Juliana Prestes

Juliana Prestes é atriz, pedagoga e arte-educadora, com atuação voltada ao ensino das linguagens artísticas e a formação integral de crianças e adolescentes, desenvolvendo práticas que unem teatro, educação, criatividade e sensibilidade. Sua trajetória passa por escolas, projetos culturais e iniciativas sociais, sempre com foco no aprendizado significativo, no desenvolvimento da expressão individual e no trabalho coletivo. Juliana também é atriz, diretora e produtora do grupo teatral Nativos Terra Rasgada, onde atua desde 2003 em espetáculos e ações culturais para públicos de todas as idades. Essa vivência artística dialoga diretamente com sua prática pedagógica, trazendo para as aulas experiências reais de criação, cena e processo. Como professora de teatro, acredita no jogo, na escuta, no corpo em ação e na imaginação como caminhos potentes para o autoconhecimento e para a construção de vínculos. No espaço cultural, suas aulas de teatro são pensadas como um território de experimentação, respeito e descoberta, onde cada aluno é convidado a se expressar, criar e se desenvolver no seu próprio tempo — fortalecendo a autonomia, a confiança e o prazer de estar em cena.

Juliana Prestes

Juliana Prestes é atriz, pedagoga e arte-educadora, com atuação voltada ao ensino das linguagens artísticas e a formação integral de crianças e adolescentes, desenvolvendo práticas que unem teatro, educação, criatividade e sensibilidade. Sua trajetória passa por escolas, projetos culturais e iniciativas sociais, sempre com foco no aprendizado significativo, no desenvolvimento da expressão individual e no trabalho coletivo. Juliana também é atriz, diretora e produtora do grupo teatral Nativos Terra Rasgada, onde atua desde 2003 em espetáculos e ações culturais para públicos de todas as idades. Essa vivência artística dialoga diretamente com sua prática pedagógica, trazendo para as aulas experiências reais de criação, cena e processo. Como professora de teatro, acredita no jogo, na escuta, no corpo em ação e na imaginação como caminhos potentes para o autoconhecimento e para a construção de vínculos. No espaço cultural, suas aulas de teatro são pensadas como um território de experimentação, respeito e descoberta, onde cada aluno é convidado a se expressar, criar e se desenvolver no seu próprio tempo — fortalecendo a autonomia, a confiança e o prazer de estar em cena.

Juan Ecevit

Formado em artes cênicas pelo curso livre de teatro Jovens Em (Atu)Ação 2023 do Instituto de Gestão Social e Cidadania (IGESC), em Sorocaba-SP. Trabalha em Sorocaba como ator, produtor, professor e preparador de elenco. Como ator, destacam-se as apresentações teatrais: “Maldita Parentela” (2022), “Quem é Digno de Amor?” (2023), “Não Me Calo ou Poesias em Queda” (2023), “A Gente Combinou de não Morrer” (2024), “Teatro Inclusivo: Surdos Em Cena” (2024), “Leituras de João e Maria” (2025) e “As Benzedeiras” (2025). Enquanto estudante do Curso Livre de Cinema ministrado por Rafael Martins, atuou como diretor de elenco no curta “Gole Seco” (2024) e como ator no curta “Pietro” (2024). Realizou aperfeiçoamentos como: “O Trabalho Sobre si no Audiovisual” (2024), “Estudos Performativos em Realidade Virtual” (2024), “Tecnologias Aplicadas Ao Teatro” (2024), “Máscaras Teatrais: Corpo, Jogo e Criação Viva” (2025) e “Jornada Palhaça” (2025).

Juan Ecevit

Formado em artes cênicas pelo curso livre de teatro Jovens Em (Atu)Ação 2023 do Instituto de Gestão Social e Cidadania (IGESC), em Sorocaba-SP. Trabalha em Sorocaba como ator, produtor, professor e preparador de elenco. Como ator, destacam-se as apresentações teatrais: “Maldita Parentela” (2022), “Quem é Digno de Amor?” (2023), “Não Me Calo ou Poesias em Queda” (2023), “A Gente Combinou de não Morrer” (2024), “Teatro Inclusivo: Surdos Em Cena” (2024), “Leituras de João e Maria” (2025) e “As Benzedeiras” (2025). Enquanto estudante do Curso Livre de Cinema ministrado por Rafael Martins, atuou como diretor de elenco no curta “Gole Seco” (2024) e como ator no curta “Pietro” (2024). Realizou aperfeiçoamentos como: “O Trabalho Sobre si no Audiovisual” (2024), “Estudos Performativos em Realidade Virtual” (2024), “Tecnologias Aplicadas Ao Teatro” (2024), “Máscaras Teatrais: Corpo, Jogo e Criação Viva” (2025) e “Jornada Palhaça” (2025).

Vitor Jodar

Formado em Educação Física – Licenciatura e faixa preta 2º Dan em Karatê, cresceu em um ambiente familiar fortemente ligado à prática de atividades físicas, tendo como principal referência o pai, que sempre incentivou o esporte. Iniciou no karatê aos 12 anos de idade, enquanto o irmão começou aos 9 anos, sob a orientação do mestre Pedro Elias Gattaz e do professor sensei Manoel Corrêa Neto, que à época tinha 17 anos e hoje é mestre. Manteve-se em treinamento até os 14 anos, quando interrompeu temporariamente a prática em razão dos estudos. Ao longo de sua trajetória, praticou outras modalidades de artes marciais, como capoeira, Kung Fu, muay thai e MMA, o que contribuiu para uma formação ampla no universo das lutas. Apesar dessas experiências, o karatê sempre foi sua principal modalidade, levando-o a retomar os treinamentos já na fase adulta. Desde então, passou a atuar como atleta e treinador, participando de campeonatos nacionais e internacionais. Desde 2015, ministra aulas de karatê em academias e em projetos sociais, contribuindo para a formação esportiva e social de crianças, jovens e adultos.

Vitor Jodar

Formado em Educação Física – Licenciatura e faixa preta 2º Dan em Karatê, cresceu em um ambiente familiar fortemente ligado à prática de atividades físicas, tendo como principal referência o pai, que sempre incentivou o esporte. Iniciou no karatê aos 12 anos de idade, enquanto o irmão começou aos 9 anos, sob a orientação do mestre Pedro Elias Gattaz e do professor sensei Manoel Corrêa Neto, que à época tinha 17 anos e hoje é mestre. Manteve-se em treinamento até os 14 anos, quando interrompeu temporariamente a prática em razão dos estudos. Ao longo de sua trajetória, praticou outras modalidades de artes marciais, como capoeira, Kung Fu, muay thai e MMA, o que contribuiu para uma formação ampla no universo das lutas. Apesar dessas experiências, o karatê sempre foi sua principal modalidade, levando-o a retomar os treinamentos já na fase adulta. Desde então, passou a atuar como atleta e treinador, participando de campeonatos nacionais e internacionais. Desde 2015, ministra aulas de karatê em academias e em projetos sociais, contribuindo para a formação esportiva e social de crianças, jovens e adultos.

Paula Cavalciuk

Paula Cavalciuk é cantora e compositora de Sorocaba (SP).
Seu recém lançado disco “Pangeia” foi eleito pela APCA como um dos melhores de 2024, inclusive a canção “Deus na Internet”, do mesmo disco, foi indicada ao Prêmo APCA na categoria Música do ano. Em 2016 a indicação ao Prêmio APCA veio na categoria Artista Revelação com o disco “Morte & Vida”.
Participou do reality show “Na Rota do Rock” que culminou em sua apresentação no Rockin Rio 2017.
Seu clipe “Morte e Vida Uterina” ganhou o prêmio de melhor animação no Anima Latina(Argentina) e no Cinefest (Votorantim/SP). Recebeu indicações concorrendo com Jay-Z (Motion Awards USA 2017) e U2 (UK Music Videos Awards 2018).
Sua biografia foi publicada no livro “Vozes Transcendentes”, de Larissa Ibúmi Moreira, ao lado de Liniker, Linn da Quebrada, Johnny Hooker e demais artistas que usam sua arte para denunciar questões de gênero.
Como educadora, Paula já atuou como instrutora de voz pelo projeto de empoderamento de meninas e crianças dissidentes, Girls Rock Camp, nas edições de 2014 a 2016.
Ao lado de Anderson Charnoski ministrou oficinas de instrumento (violão, guitarra e baixo) dentro do projeto Oficinas Criativas da CPFL, no CRAS Itu/SP, e atualmente ministra oficinas de sensibilização musical para bebês dentro da programação do Sesc Sorocaba. Cursa Educação Musical pelo Conservatório de Música e Teatro de Tatuí e Pedagogia pela UNIVESP.

Paula Cavalciuk

Paula Cavalciuk é cantora e compositora de Sorocaba (SP).
Seu recém lançado disco “Pangeia” foi eleito pela APCA como um dos melhores de 2024, inclusive a canção “Deus na Internet”, do mesmo disco, foi indicada ao Prêmo APCA na categoria Música do ano. Em 2016 a indicação ao Prêmio APCA veio na categoria Artista Revelação com o disco “Morte & Vida”.
Participou do reality show “Na Rota do Rock” que culminou em sua apresentação no Rockin Rio 2017.
Seu clipe “Morte e Vida Uterina” ganhou o prêmio de melhor animação no Anima Latina(Argentina) e no Cinefest (Votorantim/SP). Recebeu indicações concorrendo com Jay-Z (Motion Awards USA 2017) e U2 (UK Music Videos Awards 2018).
Sua biografia foi publicada no livro “Vozes Transcendentes”, de Larissa Ibúmi Moreira, ao lado de Liniker, Linn da Quebrada, Johnny Hooker e demais artistas que usam sua arte para denunciar questões de gênero.
Como educadora, Paula já atuou como instrutora de voz pelo projeto de empoderamento de meninas e crianças dissidentes, Girls Rock Camp, nas edições de 2014 a 2016.
Ao lado de Anderson Charnoski ministrou oficinas de instrumento (violão, guitarra e baixo) dentro do projeto Oficinas Criativas da CPFL, no CRAS Itu/SP, e atualmente ministra oficinas de sensibilização musical para bebês dentro da programação do Sesc Sorocaba. Cursa Educação Musical pelo Conservatório de Música e Teatro de Tatuí e Pedagogia pela UNIVESP.

Mariana Mercadante

Instrutora de yoga formada pela Casa Shanti, arquiteta e urbanista, graduada pela Belas Artes e graduanda em Educação Física.
O objetivo principal de suas aulas de yoga é trabalhar a relação da aluna com seu próprio corpo, exercitando a auto observação, o autocuidado, ampliando as capacidades físicas, a autonomia e a autoconfiança.
A prática é composta por exercícios de concentração, respiração, equilíbrio, força, mobilidade e relaxamento.

Mariana Mercadante

Instrutora de yoga formada pela Casa Shanti, arquiteta e urbanista, graduada pela Belas Artes e graduanda em Educação Física.
O objetivo principal de suas aulas de yoga é trabalhar a relação da aluna com seu próprio corpo, exercitando a auto observação, o autocuidado, ampliando as capacidades físicas, a autonomia e a autoconfiança.
A prática é composta por exercícios de concentração, respiração, equilíbrio, força, mobilidade e relaxamento.

Ana Paula Teodoro dos Santos

Ana Paula Teodoro dos Santos é professora de capoeira e atua no campo da capoeira adaptada para pessoas com deficiência, crianças e mulheres. É formada em Educação Física e está cursando pós-graduação em educação física adaptada.
Realiza trabalho de capoeira adaptada para pessoas com deficiência intelectual e múltipla. No Instituto de Gestão Social e Cidadania, ministra aula de capoeira também para pessoas sem deficiências.
Tem como objetivo contribuir para a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas, colaborando em sua formação, inclusão e visibilidade. Esse processo de integração visa preparar tanto o corpo quanto a mente para uma participação plena e inclusiva na sociedade, livre de preconceitos e aberto às oportunidades de crescimento individual e coletivo.

Ana Paula Teodoro dos Santos

Ana Paula Teodoro dos Santos é professora de capoeira e atua no campo da capoeira adaptada para pessoas com deficiência, crianças e mulheres. É formada em Educação Física e está cursando pós-graduação em educação física adaptada.
Realiza trabalho de capoeira adaptada para pessoas com deficiência intelectual e múltipla. No Instituto de Gestão Social e Cidadania, ministra aula de capoeira também para pessoas sem deficiências.
Tem como objetivo contribuir para a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas, colaborando em sua formação, inclusão e visibilidade. Esse processo de integração visa preparar tanto o corpo quanto a mente para uma participação plena e inclusiva na sociedade, livre de preconceitos e aberto às oportunidades de crescimento individual e coletivo.

Fernanda Brito Rodrigues

Mestra em Estudos da Condição Humana pelo Programa de Pós Graduação em Estudos da Condição Humana - PPGECH - Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) campus Sorocaba. Atriz pesquisadora formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (2015). Arte educadora formada pela Universidade de Sorocaba - UNISO (2009).

Foi membra co-fundadora do Coletivo Cê em 2009 e estreou DESTERRO (2010) direção de Júlio Mello com o Coletivo Cê. Suas áreas de interesse na pesquisa é nas brincadeiras e manifestações de cultura popular e seus personagens, no teatro sua pesquisa envereda principalmente na criação em espaços de abandono, site specific, etc. Alguns de seus trabalhos como atriz são: ELEUTHERIA direção de Isabel Teixeira com a turma 63 (2013), CARNE MOÍDA direção de Grace Passô com a turma 63 (2014). Como diretora destacam-se os trabalhos:, Fragmentos de Caio Fernando Abreu (2015), Ponto de Partida com a turma de Adultos da Tatu Escola de Teatro (2017). Como artista educadora destaca-se sua contribuição no curso Jovens em Atu(Ação) do Espaço Cultural do Sindicato dos Rodoviários (2022-presente).

Fernanda Brito Rodrigues

Mestra em Estudos da Condição Humana pelo Programa de Pós Graduação em Estudos da Condição Humana - PPGECH - Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) campus Sorocaba. Atriz pesquisadora formada pela Escola de Arte Dramática da Universidade de São Paulo (2015). Arte educadora formada pela Universidade de Sorocaba - UNISO (2009).

Foi membra co-fundadora do Coletivo Cê em 2009 e estreou DESTERRO (2010) direção de Júlio Mello com o Coletivo Cê. Suas áreas de interesse na pesquisa é nas brincadeiras e manifestações de cultura popular e seus personagens, no teatro sua pesquisa envereda principalmente na criação em espaços de abandono, site specific, etc. Alguns de seus trabalhos como atriz são: ELEUTHERIA direção de Isabel Teixeira com a turma 63 (2013), CARNE MOÍDA direção de Grace Passô com a turma 63 (2014). Como diretora destacam-se os trabalhos:, Fragmentos de Caio Fernando Abreu (2015), Ponto de Partida com a turma de Adultos da Tatu Escola de Teatro (2017). Como artista educadora destaca-se sua contribuição no curso Jovens em Atu(Ação) do Espaço Cultural do Sindicato dos Rodoviários (2022-presente).

Tom Ravazoli

Ator, diretor, arte-educador e músico, mestre em artes cênicas pelo Instituto de Artes da UNESP – no qual desenvolve pesquisa acerca do treinamento de atrizes/atores a partir de jogos e exercícios rítmicos – formado no curso de Teatro/arte-educação na Universidade de Sorocaba (2008), cursou em sua adolescência violão e percussão popular na extinta EMART (Escola Municipal de Artes de Mairinque). Em 2006 ingressou no grupo teatral Nativos Terra Rasgada de Sorocaba, no qual desenvolve, até hoje, pesquisas em torno do teatro de rua, do ator épico-polifônico, teatro e cultura popular e teatro político. Como ator participou de diversas montagens e festivais por todo território brasileiro. Dirigiu a peça “Ditinho Curadô”, contemplada com o Prêmio FUNARTE Cênicas de Rua – 2010, espetáculo indicado ao Prêmio CPT de melhor espetáculo do interior do Estado de São Paulo em 2011, espetáculo "Talheres" selecionado na mostra Curta Teatro do SESI Sorocaba e "Dandara" com a atriz e mestre em educação Daiana Coelho. Foi também produtor e coordenador pedagógico na empresa Rariz Cultural, responsável por estruturar e acompanhar projetos na área de educação e cultura nas cidades de Sorocaba, Mairinque, Salto e Araçoiaba da Serra. Também é integrante do grupo Mukumby de maracatu como batuqueiro desde 2016, onde desenvolve pesquisa sobre o maracatu de baque virado entre outras manifestações populares como o coco de roda, o cacuriá e a ciranda.

Tom Ravazoli

Ator, diretor, arte-educador e músico, mestre em artes cênicas pelo Instituto de Artes da UNESP – no qual desenvolve pesquisa acerca do treinamento de atrizes/atores a partir de jogos e exercícios rítmicos – formado no curso de Teatro/arte-educação na Universidade de Sorocaba (2008), cursou em sua adolescência violão e percussão popular na extinta EMART (Escola Municipal de Artes de Mairinque). Em 2006 ingressou no grupo teatral Nativos Terra Rasgada de Sorocaba, no qual desenvolve, até hoje, pesquisas em torno do teatro de rua, do ator épico-polifônico, teatro e cultura popular e teatro político. Como ator participou de diversas montagens e festivais por todo território brasileiro. Dirigiu a peça “Ditinho Curadô”, contemplada com o Prêmio FUNARTE Cênicas de Rua – 2010, espetáculo indicado ao Prêmio CPT de melhor espetáculo do interior do Estado de São Paulo em 2011, espetáculo "Talheres" selecionado na mostra Curta Teatro do SESI Sorocaba e "Dandara" com a atriz e mestre em educação Daiana Coelho. Foi também produtor e coordenador pedagógico na empresa Rariz Cultural, responsável por estruturar e acompanhar projetos na área de educação e cultura nas cidades de Sorocaba, Mairinque, Salto e Araçoiaba da Serra. Também é integrante do grupo Mukumby de maracatu como batuqueiro desde 2016, onde desenvolve pesquisa sobre o maracatu de baque virado entre outras manifestações populares como o coco de roda, o cacuriá e a ciranda.

André Bueno Kaíres

Ator, bailarino, poeta e tem formação em educação física pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). Compõe o corpo de atores do Coletivo Ana Helena, de São Paulo, é diretor e intérprete na Cia Ímpares de Teatro e bailarino da Rit's Cia de Dança, ambas de Tatuí. André foi professor de dança contemporânea no Teatro de Dança Rosinha Orsi e atualmente ministra aulas de Danças Urbanas e Teatro no Espaço Cultural do Instituto de Gestão Social e Cidadania de Sorocaba.
Cursou canto/coral, teoria musical, história da música, oficina de expressão corporal e aperfeiçoamento em performance e direção no CDMCC de Tatuí. Na área da dança é bailarino profissional (com DRT), tendo como o base o ballet clássico, jazz, sapateado e anos mais tarde, dança contemporânea e danças urbanas, que hoje é a base artística/pedagógica como professor nas aulas de dança e teatro, nos projetos sociais e artísticos, ministradas pelo artista.
Ator e fundador da cia ímpares de tatuí (criada em 2016 e já conta com 5 espetáculos em seu repertório e que há 3 anos recebe orientações artísticas pedagógicas do programa qualificação em artes teatro da secretaria da cultura e economia criativa do governo do estado de sp).
É bailarino da cia rit's (referência artística em dança contemporânea para o interior de SP e contemplada pelos prêmios PROAC circulação em dança, 2020 e pelo prêmio lei aldir blanc na cidade de tatuí, com o espetáculo: "à deriva". professor de dança urbanas e teatro do ECET (espaço cultural do sindicato dos rodoviários da cidade de sorocaba). ministrou aulas de ritmos brasileiros (dança), no projeto social: "ARTE PELA VIDA", da cidade de tatuí, em 2019.

André Bueno Kaíres

Ator, bailarino, poeta e tem formação em educação física pela Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). Compõe o corpo de atores do Coletivo Ana Helena, de São Paulo, é diretor e intérprete na Cia Ímpares de Teatro e bailarino da Rit's Cia de Dança, ambas de Tatuí. André foi professor de dança contemporânea no Teatro de Dança Rosinha Orsi e atualmente ministra aulas de Danças Urbanas e Teatro no Espaço Cultural do Instituto de Gestão Social e Cidadania de Sorocaba.
Cursou canto/coral, teoria musical, história da música, oficina de expressão corporal e aperfeiçoamento em performance e direção no CDMCC de Tatuí. Na área da dança é bailarino profissional (com DRT), tendo como o base o ballet clássico, jazz, sapateado e anos mais tarde, dança contemporânea e danças urbanas, que hoje é a base artística/pedagógica como professor nas aulas de dança e teatro, nos projetos sociais e artísticos, ministradas pelo artista.
Ator e fundador da cia ímpares de tatuí (criada em 2016 e já conta com 5 espetáculos em seu repertório e que há 3 anos recebe orientações artísticas pedagógicas do programa qualificação em artes teatro da secretaria da cultura e economia criativa do governo do estado de sp).
É bailarino da cia rit's (referência artística em dança contemporânea para o interior de SP e contemplada pelos prêmios PROAC circulação em dança, 2020 e pelo prêmio lei aldir blanc na cidade de tatuí, com o espetáculo: "à deriva". professor de dança urbanas e teatro do ECET (espaço cultural do sindicato dos rodoviários da cidade de sorocaba). ministrou aulas de ritmos brasileiros (dança), no projeto social: "ARTE PELA VIDA", da cidade de tatuí, em 2019.

Rute Bueno Caires

Doutoranda em Educação na Unicamp, Mestra em Estudos da Condição Humana pela Universidade Federal de São Carlos UFSCar/Sor. Integrante do Núcleo de Estudos de Gênero, Diferenças e Sexualidades NEGDS - UFSCAR. É diretora geral do Instituto de Gestão Social e Cidadania - IGESC. Representante das Mulheres Trabalhadoras em Transportes Urbanos no Comitê Diretor de Transporte Urbano da Internetional Tranport Workers' Federation - ITF. Responsável pelo Departamento de Educação da Confederação Nacional de Transporte e Logística - CNTTL. Especialista em Literaturas e Audiovisuais pela Universidade de Sorocaba UNISO, graduada em Letras- Português e Inglês pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Itapetininga. É criadora e professora do curso de formação para diretorias sindicais de todo o Brasil, intitulado "Introdução ao Pensamento Crítico". Professora de Língua Portuguesa e Literatura e revisora textual. Foi perita avaliadora do Prêmio Sorocaba de Literatura 2015 e da Lei de Incentivo à Cultura de Sorocaba. Ministra aulas no curso de Teatro Jovens em (atu)Ação com a matéria, Gênero e Diversidades.


Currículo completo em: http://lattes.cnpq.br/4716352888908421

Rute Bueno Caires

Doutoranda em Educação na Unicamp, Mestra em Estudos da Condição Humana pela Universidade Federal de São Carlos UFSCar/Sor. Integrante do Núcleo de Estudos de Gênero, Diferenças e Sexualidades NEGDS - UFSCAR. É diretora geral do Instituto de Gestão Social e Cidadania - IGESC. Representante das Mulheres Trabalhadoras em Transportes Urbanos no Comitê Diretor de Transporte Urbano da Internetional Tranport Workers' Federation - ITF. Responsável pelo Departamento de Educação da Confederação Nacional de Transporte e Logística - CNTTL. Especialista em Literaturas e Audiovisuais pela Universidade de Sorocaba UNISO, graduada em Letras- Português e Inglês pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Itapetininga. É criadora e professora do curso de formação para diretorias sindicais de todo o Brasil, intitulado "Introdução ao Pensamento Crítico". Professora de Língua Portuguesa e Literatura e revisora textual. Foi perita avaliadora do Prêmio Sorocaba de Literatura 2015 e da Lei de Incentivo à Cultura de Sorocaba. Ministra aulas no curso de Teatro Jovens em (atu)Ação com a matéria, Gênero e Diversidades.


Currículo completo em: http://lattes.cnpq.br/4716352888908421

Anderson José Fogaça Cavalciuk Charnoski

Anderson José Fogaça Cavalciuk Charnoski é graduando em Pedagogia pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP), atualmente cursando o 2º semestre. Possui Licenciatura em Música pela Faculdade Mozarteum de São Paulo, além de formação em Musicalização para Educadores pelo Conservatório de Tatuí/SP, Violão pelo Conservatório Municipal Henrique Castellari (Salto/SP) e Guitarra pelo Instituto de Guitarra e Tecnologia (IG&T), onde também se especializou em Guitarra Fusion com Mozart Mello.

Em sua formação complementar, participou de iniciativas como o Projeto “Conheça a Orquestra da Sala São Paulo” (OSESP/SP) nos anos de 2019 e 2021, do curso de Filosofia Política no Parque da Autonomia (Votorantim/SP), da oficina “Ritmos Brasileiros na Música Instrumental” com o Trio Curupira e do curso “Ritmos Brasileiros para Violão” promovido pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Também integrou o I Seminário de Harmonia na EM&T, com o guitarrista Nelson Faria.

No campo da educação, atua como professor de música desde 2014. Atualmente, leciona Música para as séries Infantil, Fundamental 1 e 2 no Colégio Pleno (Sorocaba/SP) e Musicalização e Violão no Parque da Autonomia (Votorantim/SP). Já atuou como instrutor do Projeto Caena (Prefeitura de Boituva/SP), professor de Guitarra e Violão na Escola Custom (Salto/SP) e professor de Violão no Projeto Tocar e Encantar (Itu/SP).

Como músico, é violonista e guitarrista da cantora Paula Cavalciuk desde 2019 e integra o espetáculo de dança “Ao Que Se Pretendem As Partes” desde o mesmo ano. Também já se apresentou como violonista ao lado da cantora Valéria Barcelos na Casa de Francisca (São Paulo/SP, 2018) e foi guitarrista vencedor do quadro “Espelhos” no programa “Legendários” da TV Record (2017). Fez parte do grupo “Chorata” no Conservatório Municipal Henrique Castellari (2016-2017).

Além disso, ministrou oficinas como “Orquesografia” para artistas do corpo no Parque da Autonomia (Votorantim/SP) e “Musicalização para Educadores” na Escola de Música de Votorantim e no CEI 94 Éden (Sorocaba/SP), bem como a oficina “Brincando de Música” na Escola de Música de Votorantim.

Anderson José Fogaça Cavalciuk Charnoski

Anderson José Fogaça Cavalciuk Charnoski é graduando em Pedagogia pela Universidade Virtual do Estado de São Paulo (UNIVESP), atualmente cursando o 2º semestre. Possui Licenciatura em Música pela Faculdade Mozarteum de São Paulo, além de formação em Musicalização para Educadores pelo Conservatório de Tatuí/SP, Violão pelo Conservatório Municipal Henrique Castellari (Salto/SP) e Guitarra pelo Instituto de Guitarra e Tecnologia (IG&T), onde também se especializou em Guitarra Fusion com Mozart Mello.

Em sua formação complementar, participou de iniciativas como o Projeto “Conheça a Orquestra da Sala São Paulo” (OSESP/SP) nos anos de 2019 e 2021, do curso de Filosofia Política no Parque da Autonomia (Votorantim/SP), da oficina “Ritmos Brasileiros na Música Instrumental” com o Trio Curupira e do curso “Ritmos Brasileiros para Violão” promovido pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU). Também integrou o I Seminário de Harmonia na EM&T, com o guitarrista Nelson Faria.

No campo da educação, atua como professor de música desde 2014. Atualmente, leciona Música para as séries Infantil, Fundamental 1 e 2 no Colégio Pleno (Sorocaba/SP) e Musicalização e Violão no Parque da Autonomia (Votorantim/SP). Já atuou como instrutor do Projeto Caena (Prefeitura de Boituva/SP), professor de Guitarra e Violão na Escola Custom (Salto/SP) e professor de Violão no Projeto Tocar e Encantar (Itu/SP).

Como músico, é violonista e guitarrista da cantora Paula Cavalciuk desde 2019 e integra o espetáculo de dança “Ao Que Se Pretendem As Partes” desde o mesmo ano. Também já se apresentou como violonista ao lado da cantora Valéria Barcelos na Casa de Francisca (São Paulo/SP, 2018) e foi guitarrista vencedor do quadro “Espelhos” no programa “Legendários” da TV Record (2017). Fez parte do grupo “Chorata” no Conservatório Municipal Henrique Castellari (2016-2017).

Além disso, ministrou oficinas como “Orquesografia” para artistas do corpo no Parque da Autonomia (Votorantim/SP) e “Musicalização para Educadores” na Escola de Música de Votorantim e no CEI 94 Éden (Sorocaba/SP), bem como a oficina “Brincando de Música” na Escola de Música de Votorantim.

Flávio Melo

Integrante do grupo Nativos Terra Rasgada, coordenador de Projetos artísticos e pedagógicos no Instituto de Gestão Social e Cidadania. Doutorando em teatro na UNESP/IA, Mestre em Educação pela - UFSCAR/Sor. Especialista em Metodologia do Ensino de Artes, graduado em Teatro/Arte-Educação, técnico Ator pelo SENAC/Sorocaba. Foi professor da Universidade de Sorocaba, do Conservatório de Tatuí, SENAC Sorocaba e coordenador da Escola Técnica de Arte e Comunicação – ETAC. Foi presidente da Associação Teatral de Sorocaba.
Currículo completo em: http://lattes.cnpq.br/7338207471459927

Flávio Melo

Integrante do grupo Nativos Terra Rasgada, coordenador de Projetos artísticos e pedagógicos no Instituto de Gestão Social e Cidadania. Doutorando em teatro na UNESP/IA, Mestre em Educação pela - UFSCAR/Sor. Especialista em Metodologia do Ensino de Artes, graduado em Teatro/Arte-Educação, técnico Ator pelo SENAC/Sorocaba. Foi professor da Universidade de Sorocaba, do Conservatório de Tatuí, SENAC Sorocaba e coordenador da Escola Técnica de Arte e Comunicação – ETAC. Foi presidente da Associação Teatral de Sorocaba.
Currículo completo em: http://lattes.cnpq.br/7338207471459927

João Mendes

Atualmente atua como Instrutor/Intérprete de LIBRAS na Integra Surdos, Professor  de LIBRAS no Ensino Superior FADI - Faculdade de Direito de Sorocaba. Está matriculado no curso de Letras - Português/Libras pela Unifaesp e no curso de Pós Graduação em Tradução e Interpretação de Libras pela Uníntese.
No Espaço Cultural dos Rodoviários, em Sorocaba, SP - atua como professor de Teatro para Pessoas Surdas, Espanhol e LIBRAS.
Licenciado em Teatro pela Universidade de Sorocaba (UNISO)
Formado no curso de Pós Graduação em Libras - Educação Para Surdos, na UNIBEM – Faculdades Integradas Espírita

João Mendes

Atualmente atua como Instrutor/Intérprete de LIBRAS na Integra Surdos, Professor  de LIBRAS no Ensino Superior FADI - Faculdade de Direito de Sorocaba. Está matriculado no curso de Letras - Português/Libras pela Unifaesp e no curso de Pós Graduação em Tradução e Interpretação de Libras pela Uníntese.
No Espaço Cultural dos Rodoviários, em Sorocaba, SP - atua como professor de Teatro para Pessoas Surdas, Espanhol e LIBRAS.
Licenciado em Teatro pela Universidade de Sorocaba (UNISO)
Formado no curso de Pós Graduação em Libras - Educação Para Surdos, na UNIBEM – Faculdades Integradas Espírita

Horário
2ª a 6ª, das 8h às 22h

Inscrições

A inscrição para os cursos e para as atividades físicas devem ser feitas através do WhatsApp do Espaço Cultural. As trabalhadoras e trabalhadores sindicalizadas tem isenção na mensalidade associativa (associados mantenedores) e seus dependentes contribuem com apenas R$30,00 por mês (associado dependente). Pessoas não sindicalizadas contribuem com a mensalidade de R$60,00 para os cursos livres(associados contribuintes). O valor da mensalidade associativa permite que se realize qualquer curso ou oficina no espaço cultural, desde que tenham vagas disponíveis para tal.

Entre em contato,

ou acompanhe nossas redes sociais.